Saiba quais são as 3 principais pragas da soja e como acabar com elas

A cultura da soja se encontra vulnerável ao ataque de […]

quinta-feira | 27 outubro

A cultura da soja se encontra vulnerável ao ataque de pragas desde o momento da implantação até a colheita.  Tais organismos podem causar danos irreversíveis à lavoura e causar muitas dores de cabeça a você, produtor.

Entretanto, tendo o conhecimento necessário sobre as principais pragas da soja e como acabar com elas, você pode evitar esses malefícios.

Foi por isso que nós aqui da Sementes Goiás resolvemos criar este artigo para te ajudar nessa situação. Acompanhe a leitura!

1 - Mosca-branca (Bemisia sp.)

Apesar do nome, esta praga não é nada inofensiva quanto as moscas comuns que conhecemos. Trata-se de um inseto sugador que transmite vírus para a soja e outras culturas. E não para por aí: a mosca-branca libera parte da seiva sugada na planta, o que desenvolve um fungo escurecido, chamado de fumagina.

Tanto os adultos quanto as ninfas podem causar danos na cultura da soja, seja na fase vegetativa ou reprodutiva. Porém, o ataque predomina na fase de enchimento dos grãos, já que é favorecido pelo clima.

CONTROLE – Escolher a melhor época de semeadura, fazer a rotação de culturas e eliminar as plantas hospedeiras são boas opções de controle da mosca-branca. O tratamento de sementes com inseticidas carbamatos sistêmicos também é uma ótima pedida. Além disso, o sistêmico granulado pode ser usado no sulco do plantio e você também pode pulverizar com fosforados sistêmicos.

2 - Tamanduá-da-soja (Sternechus subsignatus)

Também conhecido como bicudo-da-soja, este é um inseto difícil de controlar e vem se tornando conhecido pelos danos causados principalmente no sul do Brasil.

Trata-se de um besouro com pouco menos de 1 centímetro de comprimento. Sua cor é escura com linhas amarelas e brancas. O nome tamanduá ou bicudo vem do seu instrumento de ataque na soja: o bico.

O inseto adulto é capaz de raspar o caule e desfiar os tecidos do local. Quando ocorrido na fase inicial e em alta população, o dano é irreversível.

CONTROLE – Uma das técnicas mais eficientes para o controle do tamanduá-da-soja é a rotação de culturas, pois isso ajuda a evitar o aumento populacional do mesmo.

3 - Corós

Os corós são um tipo de larva que fica no solo se alimentando das raízes da soja e até dos nódulos de fixação biológica de nitrogênio. Elas possuem a tonalidade branca e três pares de pernas marrons.

No Brasil, existem espécies diferentes da praga. 3 delas se destacam de acordo com a região onde ocorrem:

  • coró-da-soja.
  • coró-da-soja-do-Cerrado.
  • coró-pequeno-da-soja.

Seus danos incluem a destruição das plântulas, que são puxadas para o fundo do solo ou secam e morrem pela falta das raízes. Se ainda originam plantas, estas, quando adultas, sofrem com pouca produtividade.

A praga também causa a redução na capacidade das plantas de absorver água e nutrientes, o que pode causar 100% de perda na lavoura.

CONTROLE - A prevenção é uma das maneiras mais eficientes de se controlar os corós e você pode fazer isso alterando a semeadura e preparando o solo com implementos de disco, por exemplo.

Nos vemos no próximo post!

Sementes Goiás: segurança para plantar, confiança para colher.

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